Discurso cantado marca recriação do Ministério da Cultura

Publicado:

compartilhe esse conteúdo

Logo Agência Brasil

Um discurso musical, cantado pela própria ministra, marcou a cerimônia de recriação do Ministério da Cultura (MinC). Servidores que estavam realocados no Ministério do Turismo após a extinção da pasta – e aguardavam autorização para a entrada no prédio, em Brasília – foram surpreendidos quando as portas se abriram, e as primeiras palavras de boas-vindas foram cantadas pela ministra Margareth Menezes.ebcebc

A recriação do Ministério da Cultura começou a valer hoje (24), conforme previsto pelo Decreto nº 11.336/23.

Notícias relacionadas:

  • Lei que inclui cultura afro-brasileira nas escolas completa 20 anos .
  • Em São Paulo, exposição sobre línguas indígenas ganha versão virtual.

“Peço a Deus que se consagre a bondade. Peço a Deus cultura, amor e felicidade”, cantou a ministra, ao anunciar que “a alegria está de volta” porque a cultura voltou a ser política de governo e vetor econômico e de transformação. “Esse ato simbólico e singelo representa a volta do Ministério da Cultura”, acrescentou.

O discurso cantado prosseguiu, com a ministra fazendo adaptações à música Aquarela Brasileira, na qual o compositor Silas de Oliveira destaca as riquezas culturais produzidas em diversas partes do país.

“Vejam esta maravilha de cenário. É um episódio relicário, onde o artista, num sonho genial, escolheu para este carnaval. O asfalto, como passarela, será a tela do Brasil em forma de aquarela”, entoou a ministra.

Na sequência, Margareth acrescentou vários estados que não constam da letra original. “Brasil, essas suas verdes matas, cachoeiras e cascatas de colorido sutil. E esse lindo céu azul anil emoldura a cultura do Brasil”, finalizou para, então, convidar os servidores a retomar seus postos.

Lugar central

Entre os servidores que voltaram ao ministério, até então extinto, estava Adriana Nunes. “Sou servidora desde 2011. Volto após quatro anos. É um sentimento de conquista e felicidade, pois vejo a política cultural retomando seu lugar central na política do país, conforme prevê a Constituição”, disse a servidora.

Segundo Adriana, a recriação do ministério é ainda mais simbólica por ele ter à frente uma mulher que, além de ser da área cultural, é negra. “Nossa cultura é nosso DNA. É o que nos identifica como povo e população. Agora vamos, juntos, retomar e reconstruir a política cultural deste país”, afirmou.

*Colaborou Cleide Lopes, repórter da TV Brasil

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Como calibrar os pneus para viajar no calor: guia técnico essencial

Resumo curto: o calor do verão eleva a temperatura dos pneus e, com isso, a pressão interna, o que pode comprometer a segurança...

Entenda como funcionará a cooperação Brasil-EUA no combate ao crime organizado

Resumo curto: Brasil e Estados Unidos assinam acordo de cooperação para enfrentar o tráfico internacional de armas e drogas, com compartilhamento de informações...

Homem morre durante noite de caos em show do Guns N’ Roses em Campo Grande

Guns N’ Roses aterrissou em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, no Autódromo Internacional da cidade, e o que era para ser uma...