Mercado financeiro reduz expectativa para IPCA, e inflação se aproxima da meta para 2023

Publicado:

compartilhe esse conteúdo


infla%C3%A7%C3%A3o pixabay

A projeção para o Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano, considerado a inflação oficial do país, foi reajustada de 4,86% para 4,75%, de acordo com o Boletim Focus divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira, 16. Com isso, o governo se aproxima a cumprir a meta inflacionária proposta para 2023, que é de 3,25%, mas possui intervalo de tolerância de 1,5 p.p. e pode oscilar até 4,75%. Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostraram na última semana que o IPCA teve um saldo positivo de 0,26% em setembro. O indicador voltou a acelerar em relação a agosto, quando já havia subido para 0,23%, puxado desta vez pela gasolina, que teve uma alta de 2,8% em setembro e uma contribuição de 0,14 ponto percentual no índice geral. No intervalo de 12 meses, o país tem uma inflação acumulada de 5,19%.

Em relação à última edição do relatório, esse foi o único indicador que apresentou mudança, com o PIB (2,92%), a Selic (11,75%) e o Câmbio (R$ 5) mantendo estabilidade. Para 2024, as expectativas também foram mantidas, com a exceção do dólar, cuja cotação passou de R$ 5,02 para R$ 5,05. Não houve nenhuma alteração nas projeções dos indicadores para os anos de 2025 e 2026. Vale lembrar que essa edição do boletim não é afetada pelo conflito recente entre Israel e Hamas, que pode influenciar negativamente no mercado nas próximas semanas.

 

 

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Governo prorroga até 5 de maio prazo para estados aderirem à subvenção ao diesel

Resumo rápido: o governo federal prorrogou até 5 de maio o prazo para adesão à subvenção do diesel, que prevê um desconto de...

Empresas querem inteligência artificial, mas não têm a base pronta

Jovem Pan> Notícias> Economia> Negócios> Empresas querem inteligência artificial,...

Correios registram prejuízo financeiro de R$ 8,5 bilhões em 2025

Resumo: Em 2025, os Correios apresentaram um prejuízo de R$ 8,5 bilhões, quase triplicando o déficit de 2024, em meio a custos operacionais...