Biden e Netahyanu concordam em manter fluxo contínuo de ajuda humanitária a Gaza

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O presidente dos Estado Unidos, Joe Biden, e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, concordaram em continuar fornecendo ajuda humanitária para a Faixa de Gaza, que vive uma crise humanitária desde o começo da guerra entre Israel e Hamas, iniciada em 7 de outubro. A decisão foi tomada neste domingo, 22, após a fronteira de Rafah, entre Egito e Gaza ter sido aberta duas vezes neste final de semana para entrada de ajuda humanitária. Depois que um segundo comboio de caminhões entrou em Gaza a partir do Egito, Biden e Netanyahu afirmaram, após uma conversa telefônica, que “haverá, a partir de agora, um fluxo contínuo para Gaza dessa assistência crucial” para a população Palestina, ressaltou a Presidência americana.

Depois da entrada de 20 caminhões com ajuda humanitária no sábado, neste domingo, 22,  mais 17 caminhões entraram na Faixa de Gaza. Entre os veículos enviados neste domingo estavam seis caminhões-tanque com combustíveis para os geradores de eletricidade dos hospitais. A ONU calcula que seriam necessários ao menos 100 caminhões diários para atender às necessidades de todos os habitantes de Gaza. Dentro do enclave, mais de 4.600 pessoas, a maioria civis, morreram nos bombardeios israelenses incessantes, segundo o balanço atualizado divulgado neste domingo pelo Ministério da Saúde do Hamas, que controla o território palestino desde 2007. As autoridades israelenses informaram que mais de 1.400 pessoas morreram no país desde 7 de outubro, a maioria civis e no mesmo dia da ofensiva.

A Agência da ONU de Assistência aos Refugiados Palestinos (UNRWA) anunciou neste domingo que 29 funcionários do organismo morreram desde 7 de outubro. A agência informou que metade eram professores e que, desde o início do conflito, 12 pessoas deslocadas que se refugiaram nas escolas da ONU morreram e 180 ficaram feridas. No total, 38 instalações foram danificadas. Segundo a ONU, ao menos 1,4 milhão de palestinos foram deslocados desde o início do conflito e a situação humanitária no território é “catastrófica”.

*Com informações das agências internacionais 

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