Morre Bobi, o cão mais velho do mundo, aos 31 anos

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Bobi, o cão mais velho do mundo, morreu aos 31 anos, em Portugal. O animal, que era descrito pelo tutor Leonel Costa como sendo “um anjo”, “muito sociável” e “um doce”, foi ‘coroado’ pelo Guinness World Records em 1 de fevereiro de 2023, aos 30 anos e 266 dias.

“Descansa em paz, amigo! Obrigado por ter tido o privilégio de te conhecer, o cão mais velho do mundo. Que vida incrível que teve”, realçou o Le Terrier Studio, no domingo, através do Instagram.

Leonel Costa contou que Bobi estava hospitalizado há alguns dias, após terem sido detectados problemas nos órgãos internos, segundo a SIC Notícias.

“Iniciamos um tratamento específico. No entanto, ele não resistiu. Foi uma luta dura e só um guerreiro como ele podia ter aguentado este tempo”, lamentou.

E continuou: “Ficam as melhores memórias de uma longa vida onde foi feliz e principalmente fez muita gente feliz, principalmente a sua família que hoje sente que um dos seus pilares ruiu.”

Bobi nasceu em Conqueiros, uma aldeia do concelho de Leiria, em 11 de maio de 1992. A sua cor de mel fez com que ficasse camuflado no meio da lenha, tenho escapado à morte, ao contrário dos três irmãos. Leonel encontrou-o e escondeu-o, o que lhe valeu uma grande bronca quando foi descoberto pelos pais, segundo contou à agência Lusa, na festa de aniversário do cão. “Mas valeu a pena”, assegurou, na altura.

Na festa, que contou com cerca de uma centena de convidados, muitos de vários pontos do mundo, não faltaram os pratos favoritos de Bobi, que só não gostava de espaguete à bolonhesa.

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“Pelo Bobi vale tudo. Ele merece. […] O Bobi é um anjo. Não é um cão nada protetor. Se alguém entrar em casa, ele deixa. É muito sociável, é um doce e adora animais e pessoas”, confessou Leonel Costa, que teria gastado cerca de mil euros (mais de 5 mil reais) na celebração.

De acordo com dois veterinários que estiveram na celebração, o segredo da longevidade do canídeo passava por ingerir comida de humano, pela liberdade e por ter uma vida social rica.

“Tem de ter sorte para ter os genes corretos, a casa certa, as circunstâncias corretas e amigos. O Bobi tem amigos e uma excelente família. Além disso, vive numa zona rural. Não está numa coleira”, apontou Peter Dobias, veterinário do Canadá, em declarações à Lusa.

Destaca-se que Bobi, um Rafeiro Alentejano que sempre viveu em Portugal, bateu o recorde de quase um século de Bluey, um cão pastor australiano que morreu em 1939, aos 29 anos e 5 meses de idade.

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