Murilo Benício fala sobre fama de sempre se apaixonar por colegas de trabalho: ‘É normal’

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Antes de assumir o namoro com a jornalista Cecília Malan, com quem está atualmente, Murilo Benício tinha a fama de sempre se apaixonar pelas atrizes com quem estava trabalhando. Foi assim com Giovanna Antonelli (“O Clone”), Carolina Ferraz (“Por Amor”) e Débora Falabella (“Avenida Brasil”), entre outras.

Pois o ator e diretor tem uma teoria sobre o assunto e falou sobre ela nesta semana no programa Provoca, apresentado por Marcelo Tas na TV Cultura (confira a íntegra abaixo). “Sou um cara muito caseiro e onde, então, eu encontro as pessoas? No trabalho”, contou. “Não vai ser na boate, no barzinho…Eu não estou em lugar nenhum.”

“É mais do que normal que, quando você está infeliz ou terminando um casamento, você conheça uma pessoa trabalhando”, afirmou o pai de Antonio, do relacionamento com Alessandra Negrini, e de Pietro, junto com Antonelli.

Além disso, diz ele, há o fato de ele trabalhar sempre com mulheres muito interessantes. “A gente trabalha num ambiente fascinante, onde você conhece invariavelmente pessoas fascinantes”, comenta. “Então você tem que estar muito bem em casa para não se encantar.”

“Quando você começa a olhar para fora é sinal de que o casamento vai mal mesmo, que você já tentou muita coisa”, continua. “Casamento, você sabe, termina depois do fim. Mas todos esses meus relacionamentos foram de verdade até o último minuto.”

Sobre a relação com Cecília Malan, que é correspondente da Globo em Londres, ele diz que tudo foi muito intenso. “Sabe idade de cachorro? Tem 4 anos, mas, na verdade, tem 12”, compara. “A gente brinca com isso, diz que está há dois anos junto e se conhece há três meses.”

O principal desafio é, claro, o fato de morarem com um oceano entre ambos. “A distância é difícil, dá muita saudade”, afirma. “Ao mesmo tempo, imagina, você ter saudade o tempo inteiro. Sempre quando a gente se encontra, vai viajar, vai fazer coisa boa, vai para teatro, vai para show, vai para lugares que a gente quer conhecer.”

“A distância é difícil, mas é compensada por uma certa cerimônia”, avalia. “Ainda não é normalizado a gente se encontrar.”

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