Sinpol faz campanha para ajudar filhos de policial morta por ex-marido

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O Sindicato de Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol-DF) organiza a campanha “Filhos da Val”, para colaborar financeiramente com a família da agente Valderia da Silva Barbosa, morta pelo ex-companheiro em agosto deste ano. Os dois filhos da policial civil ficaram desamparados após a perda da mãe e, no momento, precisam da ajuda de outras pessoas para se manter e arcar com as despesas.

A policial civil tinha dois filhos: Luca, 21 anos, e Ian, 24. Comovidos com a situação dos rapazes, os policiais resolveram realizar a campanha de doação de valores em dinheiros. Interessados em colaborar podem fazer doações por meio do Pix: 031.940.991-08, que está em nome de Luca Barbosa, filho de Valderia.

“O feminicídio não apenas ceifou a vida de nossa estimada colega Valderia, mas também impactou profundamente seus familiares, em especial seus filhos, que agora enfrentam a condição de órfãos sem suporte financeiro, uma vez que não possuem direito à pensão. Diante desta realidade, neste momento, apelamos à colaboração de todos para garantir um futuro mais promissor a esses jovens”, disse Enoque Venancio de Freitas, presidente do Sinpol-DF.

Policial assassinada A policial civil Valderia da Silva Barbosa Peres, 46 anos, da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) 2, em Ceilândia, foi brutalmente assassinada com mais de 64 facadas, segundo laudos preliminares elaborados pelo Instituto Médico Legal (IML). A agente foi encontrada no banheiro de casa, em Arniqueira, na tarde de 11 de agosto deste ano. A violência do ataque chocou os moradores do Distrito Federal.

Valderia atuava como chefe da Seção de Apoio Administrativo, Estatística e Informática da Deam 2. Ela estava recém-separada do criminoso, que teria sacado uma quantia razoável de dinheiro em espécie, já pensando na fuga após matar a policial. Ele também deixou uma mala pronta com roupas e objetos pessoais. As investigações indicam para um planejamento minucioso, que facilitasse a fuga.

Leandro trabalhava como motoboy e teria aberto uma empresa de transportes e mudanças com a companheira. A sede do negócio ficava no mesmo local onde a vítima morava.

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