Na SPM, Elisângela aponta futuro na pasta e indica desejo de assumir mandato em Brasília após 2024

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Os ajustes no governo Jerônimo Rodrigues (PT), pensando no ano eletivo de 2024, também devem passar pela discussão com os suplentes de deputado federal. Uma delas, a atual secretária de Políticas para Mulheres, Elisângela Araújo, também deve ter o futuro analisado para o próximo ano. 

 

Apesar de buscar a manutenção na pasta, Elisângela também reforçou ao Bahia Notícias que tem o desejo de ocupar o mandato eletivo. “Ao final do resultado eleitoral fiquei na segunda [suplência], mas como o deputado Afonso Florence assumiu a Casa Civil, e o deputado Josias [Gomes] assumiu para o mandato, então eu fiquei na primeira. É claro que eu tenho uma expectativa muito grande, eu sou muito grata de estar aqui sendo secretária de estado, de estar nesta secretaria tão importante. Mas nós temos uma expectativa muito grande, quero muito, é um desejo meu e toda essa base política que me acompanha, que constrói junto, temos aqui mais de 73 mil votos e há uma expectativa sim da gente ainda assumir esse mandato, mesmo não tendo sido eleita”, disse.

 

“Não tenha dúvida que nós mulheres somos muito poucas ainda nos espaços da política, nos espaços do parlamento, e a nossa candidatura foi construída muito por essa questão de representatividade. Eu sou uma liderança da agricultura familiar, eu sou mulher do campo, que fui para política no sentido de construir um espaço de representação e de construção de política no parlamento. A partir do movimento social, da agricultura familiar, do movimento sindical que também fui dirigente da CUT por vários períodos a nível nacional”, completou. 

 

Para a atual secretária, o movimento só deve ocorrer com a vitória de, pelo menos, um dos deputados federais, ou Zé Neto, em Feira de Santana, ou Waldenor Pereira, em Vitória da Conquista. “Vamos torcer para que tenha esse resultado positivo dos nossos federais que estão disputando as eleições e que eu possa ter pelo menos uns três anos de mandato para que a gente também possa no Congresso Nacional defender essa pauta tão importante e tantas outras que eu já assumi na minha vida com a pauta também das mulheres”, apontou Elisângela. 

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