União Brasil mira fortalecer partido no interior e já trabalha para criar “palanques fortes”, diz Paulo Azi

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Formar palanques fortes, manter prefeituras e conquistar novos municípios. Essas são as missões que o deputado federal e presidente estadual do União Brasil, Paulo Azi, destacou que o partido possui durante as eleições municipais deste ano. O parlamentar foi mais um a figurar na tradicional Lavagem do Bonfim, nesta quinta-feira (11).

 

Ao Bahia Notícias, o deputado federal se mostrou otimista quanto as expectativas eleitorais deste ano, sobretudo no que diz respeito a ampliar a base do União Brasil, e explicou que as eleições municipais são pautadas pelos debates das questões locais e que a sigla já está dando a estrutura para que os candidatos possam fazer uma bela campanha. 

 

“Nós trabalhamos esse ano no sentido de fortalecer o partido interior. É claro que tendo uma atenção especial aos grandes municípios da Bahia, aliás, na maioria desses municípios nós vencemos as eleições para governador com ACM Neto e temos realmente um foco especial nesses municípios para formar palanques fortes, manter as prefeituras que nós já temos, e conquistar novas prefeituras que hoje não estão governadas por filiado do União Brasil ou de nossos aliados. Então a expectativa é muito boa, nós sabemos que as eleições municipais é muito”, explicou Paulo Azi.

 

O presidente estadual do União Brasil também explicou a postura do partido que se declara independente ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), apesar de possuir os ministros das Comunicações, Juscelino Filho, e do Turismo, Celso Sabino. Na opinião de Azi, o União Brasil ainda é um partido dividido.

 

“O partido quando chegou ao congresso desse ano, se mostrou muito dividido. A maioria dos deputados da região Norte e Nordeste apoiou Lula na eleição e a maioria dos deputados do Sul e do Sudeste apoiou Bolsonaro. Então é um partido que tem realmente uma divisão interna clara e isso força que nós tenhamos uma produção de independência hora apoiando as pautas do governo, hora votando contra”, destacou Paulo Azi.

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