Mossoró: o ponto da investigação que intriga o governo

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Um ponto da investigação envolvendo a fuga de dois detentos do presídio de segurança máxima de Mossoró intriga o Ministério da Justiça. Até o momento, passados 23 dias do episódio, não foram encontradas provas de participação de nenhum dos funcionários que atuam na penitenciária.

Uma semana após Deibson Nascimento e Rogério Mendonça fugirem da cadeia, três servidores da unidade foram afastados pela corregedoria da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen). O governo federal informou que o afastamento ocorreria “até a conclusão dos procedimentos apuratórios”.

Extraoficialmente, era forte a suspeita de que integrantes do Comando Vermelho (CV), facção dos fugitivos, tivessem aliciado funcionários da penitenciária de Mossoró, de modo a sabotar o sistema de segurança e facilitar a fuga.

A hipótese de conivência não está descartada, mas, até agora, não há elementos que indiquem para isso.

Capturados vivos Como informou o colunista Igor Gadelha, a recomendação do governo é que a polícia capture os criminosos vivos. Dessa forma, eles poderão ser interrogados sobre a fuga e municiar as autoridades com novas informações sobre o Comando Vermelho.

A caçada a Deibson Nascimento e Rogério Mendonça já dura mais tempo que a feita pelas forças policiais no caso Lázaro, serial killer que foi capturado e morto em 2021.

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