EUA afundam navio de guerra do Irã no Sri Lanka e deixam mais de 80 mortos

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EUA afundam navio iraniano perto do Sri Lanka; mais de 80 mortos alimentam escalada de guerra no Oriente Médio

Um episódio inédito desde a Segunda Guerra Mundial ocorreu quando um submarino dos Estados Unidos afundou um navio de guerra iraniano ao largo da costa do Sri Lanka, no oceano Índico, segundo o Pentágono. O ocorrido, no quinto dia de uma guerra na região, levou à recuperação de 87 corpos entre marinheiros iranianos.

Após ataques do Irã contra Israel e posições americanas no Golfo, Teerã intensificou ações contra grupos opositores no Curdistão iraquiano e lançou um míssil interceptado pela OTAN, em meio a ameaças que se estenderam à Turquia.

Na capital Teerã, os bombardeios chegam ao quinto dia, com parte da população de cerca de 10 milhões de habitantes confinada ou obrigada a fugir em alguns setores da cidade.

A agência iraniana IRNA informou que 1.045 pessoas, entre civis e militares, morreram desde o início da ofensiva. Autoridades ressaltam a possibilidade de manter a guerra, com impactos no comércio mundial por ataques a infraestruturas energéticas do Golfo e pela quase paralisação do estreito de Ormuz.

O Irã também atuou no Iraque, atingindo grupos de oposição no Curdistão iraquiano e causando ao menos uma morte, segundo o porta-voz do Partido da Liberdade do Curdistão. Defesas da OTAN foram acionadas para interceptar outro míssil iraniano que ameaçava a Turquia; autoridades turcas indicam que o alvo pode ter sido uma base militar no Chipre, já atingida por ataques iranianos no início da semana. Além disso, o Exército iraniano ameaçou atingir embaixadas israelenses ao redor do mundo caso Israel ataque Teerã no Líbano.

Segundo o governo dos EUA, foram atingidos mais de dois mil alvos em uma ofensiva de escala superior à invasão do Iraque em 2003. O material de referência também aponta a administração de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos desde janeiro de 2025, destacando o peso político das ações em curso.

O conflito parece se expandir pela região, elevando tensões entre potências e civis, com consequências para a segurança regional e o comércio global. E como você avalia esse desdobramento? Compartilhe sua opinião nos comentários abaixo e participe da conversa.

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