Com retorno de secretários a mandatos, Alberto Braga e Palhinha perdem cadeiras na CMS

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A volta do secretário de Infraestrutura, Luiz Carlos Souza (Republicanos), e da secretária de Sustentabilidade, Marcelle Moraes (União), para a Câmara Municipal de Salvador marca o fim da linha para seus suplentes na Casa Legislativa. 

Alberto Braga (Republicanos) e Palhinha (União), suplentes de Luiz Carlos e Marcelle, respectivamente, deixam a Câmara com o retorno dos titulares. O movimento foi anunciado pelo prefeito Bruno Reis (União) em coletiva de imprensa nesta sexta-feira (5). A troca precisou ser feita graças ao prazo de desincompatibilização de cargos públicos para disputar as eleições municipais de 2024 exigida pela Justiça Eleitoral, que se encerra neste sábado (6).

Apesar de não ter sido eleito, Braga ficou com a primeira suplência em seu partido e conseguiu uma cadeira na CMS logo no início da vigência do atual mandato, ainda em 2021, quando Luiz Carlos foi indicado para a Seinfra. 

No mesmo período, Palhinha voltou a assumir o cargo de vereador, mesmo sem votos suficientes nas urnas. Ele entrou no lugar de Kiki Bispo, que foi nomeado secretário de Promoção Social, Combate à Pobreza, Esporte e Lazer. Após a volta de Kiki à Câmara, em 2022, Palhinha continuou com o mandato, já que Marcelle foi alçada à titular da Secis.

OUTRAS MUDANÇAS

Para os cargos deixados pelos edis, a solução vai ser caseira e os subsecretários terão alguns meses de protagonismo. No caso da Secis, assume a titularidade da pasta Ivan Euler. Já na Seinfra, quem fica no posto é Francisco Torreão Espinheira.

No segundo escalão, outros gestores também vão deixar os cargos, como Omar Gordilho, que vai buscar uma cadeira na Câmara de Vereadores, e até então era o responsável pela Limpurb. Outro caso é o de Zilton Netto, diretor geral da Codecon, órgão municipal ligado à defesa dos consumidores, que também irá disputar uma vaga no Legislativo municipal. Com as saídas, assumem as funções na Limpurb e na Codecon Carlos Augusto da Silva Gomes, atual Diretor de Operações e Talita Silva, respectivamente.

Além deles, a própria vice-prefeita, Ana Paula Matos, que ainda não tem confirmada uma possível candidatura à reeleição, deve deixar o posto no limite previsto pela legislação. A situação dela é diferente dos demais secretários que vão concorrer na eleição de outubro. Caso seja a escolhida para disputar na condição de vice novamente, ela pode deixar a Secretaria de Saúde até o dia 5 de junho, já que a legislação estabelece um prazo dilatado para quem disputar a vaga de prefeito ou vice-prefeito.

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