Embaixada Flatexas revoluciona inclusão social no extremo sul da Bahia

Escrito por: Diógenes Cunha

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A Embaixada Flatexas segue fazendo história. Na disputa por uma vaga na Libertadores da América esteve presente no Rio de Janeiro, participando do momento da vitória do Flamengo por 3 a 0 sobre o Millonários da Colômbia, quando o time garantiu a vaga nas oitavas de final da Libertadores.

Nas arquibancadas do Maracanã, a torcida também fez a sua parte e quebrou o próprio recorde de público de clubes brasileiros na atual edição do torneio, com a partida registrando 60.335 pagantes (64.268 presentes).

FlaTexas no Maracana 5Durante suas viagens, os torcedores da Embaixada Flatexas desfrutam de momentos de interação e lazer, incluindo passeios na praia de Copacabana e visitas à sede do Flamengo na Gávea.

Sob a liderança de sua diretoria, a Flatexas realiza um trabalho ímpar na região, contando com mais de 400 associados que participam ativamente desse projeto.

A missão da Embaixada é propagar o nome do Clube de Regatas do Flamengo por todo o território nacional e, sempre que possível, em qualquer parte do mundo, incentivando a adesão de novos sócios-torcedores ao Programa Nação Rubro-Negra.

FlaTexas no Maracana 18Nesta temporada, a torcida Flatexas tem feito toda a diferença nas conquistas do clube. As embaixadas do Mais Querido cresceram significativamente neste ano, com um aumento expressivo no número de embaixadas e consulados oficiais do Rubro-Negro espalhados pelo Brasil. Em 2024, essa expansão se tornou ainda mais evidente.

Para Glauber Teixeira Soares, presidente da Embaixada Flatexas, “Para fazer parte do movimento, é preciso ser flamenguista. Esse é o quesito principal, porque o flamenguista não nasce, ele é concebido. Então, a gente acaba se tornando uma família”.

FlaTexas no Maracana 2Charlton Ferreira, diretor e presidente do núcleo Alcobaça da Flatexas, complementa: “É uma paixão que não exige comprovante de residência. Nesse Brasil apaixonado por futebol, as divisas do esporte nem sempre são as mesmas da geografia. Muitas vezes, as pessoas nos elogiam e agradecem por proporcionar essa experiência, dizendo: ‘Poxa, valeu, nunca fui ao Rio de Janeiro’ e agradecendo por sentir esse clima. Quando você acompanha um jogo aqui com a gente, é como estar em um estádio. É um verdadeiro caldeirão”.

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