Marçal acusa PF de “fake news” no caso das joias e defende Bolsonaro

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São Paulo – O influenciador Pablo Marçal (PRTB), pré-candidato à Prefeitura da capital, acusou a Polícia Federal (PF) de “fake news” após ter divulgado que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) desviou R$ 25,2 milhões com a venda ilícita de joias – após uma revisão, a PF retificou o valor para R$ 6,8 milhões.

“Vocês [da imprensa] têm que divulgar que a Polícia Federal divulga fake news. Não é que ela errou”, afirmou Marçal em sabatina realizada por UOL/Folha na tarde desta quarta-feira (10/7).

Marçal afirmou que o valor foi divulgado “para criar uma impressão errada” e que a mídia teria relevado o ocorrido. “É para criar uma impressão errada, foi uma fake news e depois vocês [da imprensa] passam esse paninho”, disse.

O influenciador ouviu que a PF não produz notícias, mas sim investigações, e respondeu que “qualquer pessoa que dê declarações está dando noticias”. Ele também saiu em defesa de Bolsonaro e disse que o ex-presidente é um homem “simples”.

8 imagensFechar modal.1 de 8Pablo Marçal ao lado do ex-presidente Jair Bolsonaro

Reprodução/Instagram2 de 8Pablo Marçal discursa no palanque de Tarcísio de Freitas em 2022

Reprodução/Instagram3 de 8João Doria e Pablo Marçal

Reprodução/Instagram4 de 😯 deputado federal Otoni de Paula (MDB-RJ) anuncia Pablo Marçal na Câmara dos Deputados

Reprodução/Instagram5 de 8Pablo Marçal entrevista a economista Marina Helena (Novo) para o programa dele no YouTube

Reprodução/Instagram6 de 8Marçal junto do deputado Marcel van Hattem (Novo-RS)

Reprodução/Instagram7 de 8A deputada estadual bolsonarista Dani Alonso (PL-SP) se diz amiga de Pablo Marçal

Reprodução/Instagram8 de 8Pablo Marçal conversa com o senador Sergio Moro

Igor Gadelha/Metropoles “Vocês querem massacrar a imagem dele como se ele estivesse devendo alguma coisa. Se ele não pode ficar com os presentes, eu duvido que ele vai ficar. É só ele devolver”, afirmou.

Marçal também se disse descrente com o trabalho da PF e criticou a busca e apreensão que ocorreu em sua casa no ano passado, em operação que mirava supostos crimes eleitorais.

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