Ofuscada na gestão Bolsonaro, Michelle critica Janja por viagens

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A líder do PL Mulher, Michelle Bolsonaro, utilizou suas redes sociais nesta sexta-feira, 26, para expressar sua desaprovação em relação às viagens da primeira-dama Rosângela da Silva, conhecida como Janja, esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro. O foco das críticas de Michelle foi a presença de Janja em eventos como a abertura dos Jogos Olímpicos em Paris.

No vídeo compartilhado, Michelle faz menção ao Pátria Voluntária, um programa que teve início durante a gestão de Jair Bolsonaro e que foi interrompido com a mudança de governo. Ela destaca a importância do programa ao mencionar os números de voluntários cadastrados e seguidores que a iniciativa alcançou.

De forma sutil, sem citar o nome de Janja diretamente, Michelle faz críticas ao comportamento da primeira-dama em relação às suas responsabilidades. Ela ressalta a diferença entre aquelas que se dedicam a ajudar o próximo e as que priorizam seus próprios interesses, mencionando ainda ações como a compra de móveis sem licitação.

Michelle reforça sua posição afirmando que não pretende atacar ninguém, apenas expor a verdade sobre as divergências de prioridades entre as primeiras-damas. Ao final de sua mensagem, ela escreve uma frase em francês para enfatizar a narrativa apresentada.

Enquanto isso, Janja encontra-se em Paris representando o governo brasileiro na abertura dos Jogos Olímpicos, recebendo a credencial de chefe de Estado para representar o ex-presidente Lula, que não pôde comparecer ao evento.

 

 
 
 
 
 
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O casal presidencial recebeu críticas da oposição em junho deste ano por sua viagem à Europa durante a semana do Dia dos Namorados. Na ocasião, Lula participou de compromissos oficiais relacionados à Organização Internacional do Trabalho (OIT) em Genebra, Suíça.

Michelle mencionou outro incidente envolvendo a compra de imóveis para o Palácio do Alvorada sem licitação, ocorrido em fevereiro de 2023. Ao assumir o governo, a administração petista afirmou que a mobília do edifício havia desaparecido e que o local estava negligenciado, atribuindo a responsabilidade ao casal Bolsonaro pela situação do prédio e pelo sumiço dos itens. Dez meses depois, o Governo Lula encontrou os objetos no próprio Palácio.

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