Professor de escola pública obrigava alunas a fazer sexo oral em sala

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A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) está investigando um caso grave de abuso sexual que teria ocorrido dentro de uma escola da rede pública de ensino em Santa Maria. Duas alunas, de 10 e 11 anos, fizeram denúncias contra um professor, alegando que foram vítimas de abusos sexuais em uma sala de aula vazia.

A direção da escola, cujo nome está sendo preservado, tomou conhecimento das acusações quando a mãe de uma das alunas descobriu conversas no WhatsApp entre a filha e suas colegas, onde mencionavam os abusos cometidos pelo professor.

Diante da gravidade da situação, a mãe levou as informações à coordenação da escola, que acionou a direção, a regional de ensino, o Conselho Tutelar e a Polícia Militar. As estudantes relataram à direção que eram chamadas pelo professor, individualmente ou em grupo, para a sala vazia, antes ou durante os intervalos das aulas.

Atos Indevidos

Segundo os relatos das meninas, o professor tocava em suas partes íntimas, as beijava no pescoço e até as fazia tocar em suas partes íntimas. Em um dos episódios, uma das estudantes teria sido despida pelo professor e forçada a praticar sexo oral dentro da sala de aula vazia, com a porta sempre fechada para evitar chamar a atenção.

Uma das vítimas relatou que os abusos não foram isolados e que o mais recente teria ocorrido na última quinta-feira (1º/8). As meninas mencionaram que o professor era insistente e que sentiam medo de rejeitar suas investidas, sendo que uma delas acabou contando tudo para a avó.

Outra aluna afirmou que o professor costumava colocar as mãos por baixo da blusa do uniforme, tocando seus seios. Após os relatos na escola, as alunas, seus responsáveis e funcionários foram levados à 33ª Delegacia de Polícia (Santa Maria) para prestarem depoimento sob a supervisão do Batalhão Escolar.

Posicionamento Oficial

A Secretaria de Educação informou que o professor foi afastado preventivamente até a conclusão das investigações policiais e que um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) foi aberto para analisar internamente o ocorrido.

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