Crise na saúde em Goiânia: ao menos 5 morreram à espera de UTI

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Uma crise na saúde de Goiânia tem causado impactos negativos na cidade, com pelo menos cinco mortes de pessoas que aguardavam por leitos de UTI. Durante a gestão do prefeito Rogério Cruz, problemas como a suspensão de serviços como o atendimento domiciliar e a falta de recursos nas maternidades públicas têm sido recorrentes. Além disso, a falta de insumos básicos tem agravado a situação, levando a consequências trágicas.

Em uma coletiva de imprensa, o prefeito Cruz afirmou que os pagamentos da Prefeitura de Goiânia seguem uma ordem cronológica e que cada secretaria estabelece suas prioridades. Ele reconheceu os problemas enfrentados pela capital, pontuando que está trabalhando para encontrar soluções há um bom tempo.

Paralelamente, uma operação do Ministério Público de Goiás prendeu o secretário de Saúde de Goiânia, Wilson Pollara, e outras autoridades da pasta, sob suspeita de irregularidades em contratos administrativos e associação criminosa. A investigação aponta para concessão de vantagens em contratos e pagamentos irregulares, trazendo prejuízos para a administração pública.

Além disso, o MPGO destacou que os envolvidos deixaram de repassar verbas públicas a entidades responsáveis pela gestão de unidades de saúde da capital, gerando um grande passivo financeiro. Enquanto isso, a rede pública de saúde enfrenta uma crise de gestão sem precedentes, com escassez de leitos e insumos, interrupção de serviços essenciais e problemas na assistência básica.

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