Entenda a “supersemana” da agenda econômica no fim de ano

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A agenda econômica desta semana está movimentada, com a divulgação de indicadores, reunião do Copom e votação de pautas importantes no Congresso Nacional. Essas decisões influenciarão a condução da política monetária e dos benefícios sociais, além de indicar se o governo conseguirá seguir a meta inflacionária estabelecida.

O IBGE divulgará os dados de novembro do IPCA e do INPC, índices que medem a inflação oficial do país e servem de referência para reajustes salariais e de benefícios sociais. Em outubro, a inflação foi impulsionada pelos aumentos nos preços da energia elétrica e das carnes.

Esses indicadores econômicos permitirão avaliar se a queda da inflação se concretizará, conforme prevê o Ministério da Fazenda, e calcular o salário mínimo de 2025.

Paralelamente, o Copom inicia as reuniões para debater a taxa de juros Selic, que será definida na quarta-feira. Esse encontro acontece em um cenário de aumento da inflação, provocado pela valorização do dólar em relação ao real e pela reação negativa do mercado após anúncio de medidas econômicas pelo governo.

O Banco Central tem o desafio de manter a inflação sob controle, em conformidade com a meta estabelecida pelo CNM.

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