Autorizado por Moraes, Chiquinho Brazão recusa realização de exame invasivo

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Resumo: O deputado federal Chiquinho Brazão, preso desde março de 2024 por envolvimento no caso Marielle Franco, recusou um exame de cateterismo autorizado pelo STF, alegando falta de segurança no presídio. Com diagnóstico grave de coronariopatia, ele teme pela realização do procedimento invasivo.

Preso desde março de 2024, o deputado federal Chiquinho Brazão (sem partido-RJ) recusou realizar um exame de cateterismo autorizado pelo STF. Ele está detido e é acusado do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes. A defesa informou ao STF que, apesar da autorização judicial, Brazão teme as condições de recuperação no presídio em Campo Grande.

Durante visita familiar, Brazão foi informado da decisão judicial para realizar o exame sob escolta da Polícia Federal, porém se recusou devido ao receio e à falta de segurança durante a recuperação. Diagnosticado com coronariopatia, ele teme pela própria vida e demonstra ceticismo quanto à segurança e suporte no sistema prisional.

O deputado já passou por intervenções coronarianas no passado e atualmente apresenta sintomas graves. Mesmo com a indicação médica para o cateterismo urgente, Brazão permanece resistente devido às condições no presídio. A defesa anteriormente solicitou prisão domiciliar por motivos humanitários, mas o pedido foi negado por Moraes.

Com a recusa de Brazão, o procedimento permanece suspenso, aguardando uma possível resolução judicial em relação à sua condição de saúde.

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