O calendário em modo eleição (por Gustavo Krause)

Publicado:

compartilhe esse conteúdo

O calendário em modo eleição

Os calendários são construções humanas que organizam dias, meses, anos e séculos para medir o imensurável: a eternidade. Eles refletem peculiaridades históricas, dimensões culturais e celebrações religiosas de cada civilização.

Diversos calendários são utilizados ao redor do mundo. Muitas nações adotam o Calendário Gregoriano, de origem solar e cristã, introduzido pelo Papa Gregório XIII em 15 de outubro de 1582. Antes dele, o Calendário Juliano, criado em homenagem ao imperador Júlio César, predominava. A evolução linguística e o significado de “calenda” como um registro do cotidiano se mantiveram, enquanto o armazenamento em nuvem surgiu como uma solução moderna.

Com o avanço da revolução tecnológica, obras como “A Era da Informação” de Manuel Castels trouxeram reflexões fundamentais sobre a sociedade contemporânea, marcada por uma cultura virtual e um novo paradigma de instantaneidade. Livros como “Redes de Indignação e Esperança” e “Ruptura: A crise da democracia liberal” reforçam a importância do conhecimento e da informação na era da globalização.

Essa nova realidade influencia não só a tecnologia, mas também as relações interpessoais e os sistemas políticos. A competição eleitoral reflete essas mudanças constantes. O jogo democrático da política é marcado por promessas, demandas sociais e a administração de recursos, implicando em decisões que moldam o futuro do país.

No entanto, a disputa política se intensifica no ambiente virtual, onde cientistas, marqueteiros e pesquisas moldam opiniões e avaliações. A busca por soluções imediatistas pode comprometer a resolução de problemas estruturais a longo prazo, sacrificando a construção de um país mais justo.

É urgente a implementação de calendários que fortaleçam a democracia, reduzam a desigualdade social, protejam os biomas, promovam a transição energética, apoiem o multilateralismo e coloquem a educação como prioridade.

Atender às demandas por um serviço de saúde digno e combater a inflação que afeta os mais vulneráveis são clamores sociais essenciais. Além disso, é necessário coragem política para equilibrar o orçamento e evitar dívidas impagáveis para gerações futuras.

Gustavo Krause, ex-ministro da Fazenda, destaca a importância dessas questões fundamentais.

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

ARTIGOS RELACIONADOS

Campanha de Tarcísio planeja desgaste de Haddad por atuação em Itaipu

Resumo: A estratégia de reeleição do governador Tarcísio de Freitas se ancora na exposição de Haddad como peça-chave, por ter atuado no Conselho...

Avião com deputado Hildo Rocha faz pouso de emergência no Maranhão

BrasilAeronave apresentou falha em um dos motores após decolar de Teresina, no Piauí. Deputado afirmou que incidente "foi apenas um susto"Um avião de...

Série D ZeroUm: veja melhores momentos de Goiatuba-GO e Ferroviário-CE

Goiatuba-GO e Ferroviário-CE jogaram, neste sábado (18/7), pela partida de ida das oitavas de final da Série D ZeroUm, no Estádio Divino Garcia Rosa,...