Senador cobra sensibilidade do Congresso para votação do PL da Anistia

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O apelo emocional do senador pela votação do PL da Anistia

O senador Rogério Marinho, ex-ministro do governo Bolsonaro, fez um apelo emocional aos parlamentares, pedindo sensibilidade na votação do PL da Anistia. Esse projeto, considerado de extrema importância pelo ex-presidente, está sendo negociado por Bolsonaro com lideranças do Congresso para avançar na agenda.

Durante uma manifestação pró-anistia em Copacabana, o senador Marinho destacou que a proposta pode ser aprovada na Câmara dos Deputados antes de seguir para o Senado. Ele ressaltou a relevância desse momento, enfatizando que a direita, especialmente os apoiadores de Bolsonaro, tem mobilizado a população.

Assista ao vídeo.

Marinho salientou: “Quem leva a população para as ruas do Brasil é a direita, principalmente quando há uma convocação do presidente Bolsonaro. Mas, além disso, há uma causa maior em jogo, que é a questão da anistia, e essa insatisfação que existe com a forma que o Lula vem se comportando no exercício do trabalho. Acho que [o ato pró-anistia em Copacabana] terá um grande público.”

“Mas, o que queremos é que haja uma sensibilização dos parlamentares para que durante a votação da anistia, nós tenhamos uma votação e uma maioria expressiva”, concluiu o senador.

Conforme reportagem do Metrópoles, Bolsonaro tem colaborado ativamente para acelerar a discussão do projeto, buscando a apreciação de um requerimento de urgência para a votação direta no plenário da Câmara dos Deputados. Essa articulação envolve até mesmo partidos que integram o governo Lula.

Desembarque do ex-presidente no Rio de Janeiro

Bolsonaro chegou ao hotel por volta das 19h10, sendo recebido por apoiadores que protestavam contra o governo Lula. Na capital fluminense, ele liderará uma manifestação em defesa da anistia.

Essa manifestação acontece às vésperas da análise da denúncia encaminhada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) ao Supremo Tribunal Federal (STF).

O julgamento do chamado “Núcleo 1” da acusação elaborada pelo procurador-geral, Paulo Gonet, está programado para os dias 25 e 26 de março.

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