Mais da metade dos municípios baianos não pontua em ranking de influência no Brasil

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Enquanto a capital baiana ocupa a 9º posição em ranking de cidades mais influentes do Brasil, mais da metade dos municípios baianos não apresentavam nenhum nível de centralidade na gestão do território. De acordo com o estudo Gestão do Território, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nesta quarta-feira (26), os maiores centros de gestão do território são os municípios de Feira de Santana, Vitória da Conquista, Juazeiro e Camaçari.

O nível de centralidade de cada município é estabelecido a partir da existência e da intensidade das ligações e relacionamentos entre entes econômicos (empresas) e políticos (instituições dos governos federal e estadual) neles localizados.

Na Bahia, 227 dos 417 municípios, o equivalente a 54,4%, não tinham, ao mesmo tempo, unidades de empresas multilocalizadas e das instituições públicas federais e estaduais descentralizadas. A proporção é positiva em comparação ao cenário nacional. No país, 60,9% dos municípios, um total de 3.394 cidades, não possuíam as duas estruturas.

Salvador e Feira de Santana, os dois municípios mais populosos do estado, lideram tanto na gestão empresarial quanto na gestão pública. Em relação à gestão empresarial, a cidade de Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), aparece em terceiro lugar, seguida por Camaçari e Vitória da Conquista. Já no que se refere à gestão pública, se destacam as cidades de Vitória da Conquista, Juazeiro e Barreiras entre as cinco mais influentes.

A influência e centralidade dos municípios baianos são fundamentais para o desenvolvimento econômico e social da região. Esse estudo ressalta a importância de fortalecer as conexões entre entidades econômicas e políticas para promover um ambiente propício ao crescimento e à prosperidade em todo o estado da Bahia.

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