Zema pede união de governadores de direita visando campanha de 2026

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O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), manifestou interesse em concorrer à Presidência da República durante sua visita à Câmara dos Deputados nesta terça-feira (8/4). Ele também enfatizou a importância da união dos governadores de direita visando as eleições de 2026.

Com a inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), figuras da direita já começam a apresentar suas pré-candidaturas para o pleito de 2026. Recentemente, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), oficializou sua postulação ao Planalto em um evento realizado na última sexta-feira (4/4) em Salvador (BA).

Zema não descartou a possibilidade de lançar sua pré-candidatura e expressou sua disposição em colaborar com o país. Enfatizou que sua prioridade é Minas Gerais, porém, evidenciou o desejo de contribuir com o Brasil. “Sou governador de Minas, minha prioridade é consertar o estado. Temos muito trabalho a fazer lá. Os governadores de direita têm caminhado juntos e espero que continuemos juntos em 2026. Ajudei a reerguer Minas e desejo contribuir para a reconstrução do Brasil”, afirmou.

Ele projetou seus próximos passos na carreira política, destacando que ainda tem objetivos a cumprir na esfera pessoal, mas seu foco principal é contribuir com o país. Zema salientou a necessidade de reestruturar o Brasil. “Precisamos solucionar os problemas do país. Os altos juros são um grande empecilho para investimentos. Ouvimos empresas diariamente dizendo: ‘Estamos limitando investimentos devido aos altos juros’. É preciso resolver isso. A principal causa é um governo gastador. Se tivéssemos um governo com as contas controladas, o Brasil ganharia muita credibilidade”, analisou.

“Inflação alta, juros elevados, déficits em ascensão, cenário benéfico apenas para rentistas com grandes investimentos. Esse cenário resulta em uma concentração de renda, prejudicando os mais pobres com a inflação, enquanto os milionários investidores lucram cada vez mais com a valorização de seus ativos devido à alta dos juros”.

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