Deputado do PL que pediu morte de Lula detona João Roma em reunião na Câmara: “Lave sua boca”

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O deputado Gilvan da Federal (PL-ES) fez críticas ao presidente estadual do PL na Bahia, João Roma, alegando repasses ao PDT durante as eleições de 2024. Durante uma reunião da Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados, Gilvan rebateu as críticas de Roma sobre um comentário polêmico do parlamentar, no qual desejou a morte do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

No seu discurso, Gilvan destacou que o PDT foi o partido por trás da ação que resultou na inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e criticou Roma por ter feito repasses financeiros ao partido durante as eleições. Além disso, ele mencionou o voto favorável da deputada Roberta Roma (PL), esposa de João Roma, em um projeto que propõe o fim da escala 6×1, de autoria de Erika Hilton (PSOL-SP).

“O PDT foi o responsável por pedir a inelegibilidade de Bolsonaro. O PL da Bahia, sob a liderança de João Roma, transferiu R$100 mil ao partido que solicitou a inelegibilidade do nosso presidente. Por que estou mencionando isso? Houve muito rebuliço em relação a um comentário meu, e João Roma declarou que ‘repudia as palavras do deputado Gilvan da Federal ao pedir e desejar a morte de Lula’. Quero comunicar ao presidente do PL, João Roma: você deveria se candidatar a santo, a ser canonizado. Você não tem autoridade alguma para falar de mim. Lave a sua boca”, afirmou Gilvan.

“Sua esposa, a deputada Roberta Roma, votou a favor da PEC proposta pelo PSOL. Uma deputada que se autodenomina de direita votou a favor de uma proposta do PSOL. Portanto, quero dizer a João Roma: limpe sua boca antes de falar de mim”, concluiu.

Apesar das discussões recentes sobre a possibilidade de migrar para a base do governo de Jerônimo Rodrigues (PT), o PDT atualmente faz parte da oposição ao governo petista. Inclusive, o partido possui representantes no governo do prefeito de Salvador, Bruno Reis (União), e apoiou a candidatura de ACM Neto (União) nas eleições de 2022.

No âmbito nacional, o PDT faz parte do governo de Lula, com Carlos Lupi, uma das figuras históricas do partido, atuando como ministro da Previdência Social.

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