Irã denuncia racismo na proibição de entrada nos Estados Unidos

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O Irã se manifestou de forma contundente contra a proibição imposta pelos Estados Unidos, que impedirá cidadãos de 12 países, incluindo seus próprios cidadãos, de entrarem no território americano. Alireza Hashemi-Raja, diretor para assuntos dos iranianos no exterior, destacou que essa decisão reflete uma “mentalidade racista” e um “sinal claro da dominação de uma mentalidade supremacista” entre os legisladores americanos.

O anúncio ocorreu após o presidente Donald Trump reafirmar a medida, alegando que ela visa “proteger” o país. Hashemi-Raja, em suas declarações, apontou que a proibição é uma forma de hostilidade profunda não apenas contra os iranianos, mas também contra muçulmanos em geral.

Além do Irã, a lista de países afetados pela nova restrição inclui Afeganistão, Mianmar, Chade, República do Congo, Guiné Equatorial, Eritreia, Haiti, Líbia, Somália, Sudão e Iémen. Essa medida reforça os sentimentos negativos que persistem nas relações entre os Estados Unidos e nações que consideram adversárias desde a Revolução Islâmica de 1979.

A partir de segunda-feira, a realocação dessas políticas nos EUA terá efeitos diretos nos cidadãos desses países, perpetuando um ciclo de desconfiança que ainda se mostra relevante nas atuais dinâmicas geopoliticas. O que você pensa sobre essa nova decisão? Compartilhe suas opiniões nos comentários!

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