Ou Mauro Cid mentiu à Justiça ou a VEJA errou e deve se corrigir

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A situação envolvendo o tenente-coronel Mauro Cid está prestes a esquentar. Se ficar comprovado que ele mentiu ao Supremo Tribunal Federal ao negar ter postado mensagens desqualificando suas declarações à Polícia Federal, as consequências serão drásticas. Além de perder os benefícios de sua delação – que incluíam apenas dois anos de prisão e proteção à sua família – isso não invalidará seu testemunho. O caso já está em andamento e está previsto para ser julgado até setembro ou outubro. As evidências contra os acusados do golpe são robustas e, pelo que tudo indica, a condenação é uma possibilidade real.

Recentemente, em um novo depoimento à Polícia Federal, Cid alegou que o canal no Instagram, criado em nome de sua esposa, Gabriela, foi uma manobra orquestrada por descontentes com sua delação. Curiosamente, o perfil foi removido de repente. Segundo ele, nunca utilizou essa conta para se comunicar ou compartilhar informações que o prejudicassem; tratou o canal como uma mera farsa.

O ministro Alexandre de Moraes exigiu que a Meta, proprietária do Instagram, informe em 24 horas a identidade do criador do canal e os motivos de sua remoção. A expectativa é que a Meta possua registros que comprovem a origem da conta. A revista VEJA, nesta semana, trouxe à tona prints das mensagens que teriam sido publicadas no canal desaparecido, apontando Cid como mentiroso. Em breve, a verdade virá à tona.

Se Cid realmente mentiu, enfrentará as consequências jurídicas. Porém, caso a VEJA tenha sido enganada por seus informantes, a revista deverá se retratar. O desdobramento dessa história promete ser impactante.

O que você acha sobre toda essa situação? Compartilhe sua opinião nos comentários e vamos debater!

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