Para pai de Juliana, morte da filha não será em vão: “Evitará outras”

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A tragédia que tirou a vida de Juliana Marins, uma jovem brasileira de apenas 26 anos, ainda ressoa profundamente. Seu pai, Manoel Marins, expressou no velório que a morte da filha não foi em vão, ao afirmar que as autoridades indonésias estão repensando seus protocolos para prevenir novas tragédias. Ele critica a resposta tardia da Defesa Civil, que, segundo ele, poderia ter alterado o desfecho. “Se tivessem sido acionados imediatamente, poderíamos ter evitado o pior”, enfatizou.

O velório de Juliana ocorreu no Cemitério Parque da Colina, em Niterói, onde amigos e familiares se reuniram para prestar suas últimas homenagens. Juliana foi vítima de uma queda enquanto explorava o Monte Rinjani, na Indonésia, em 21 de junho. O corpo chegou ao Brasil em 1º de julho e, após uma autópsia, foi decidido que seria cremado após as cerimônias de despedida ocorridas naquele dia.

Manoel compartilhou que teve uma conversa direta com a governadora de Lombok e foi informado pela embaixada brasileira sobre a revisão dos protocolos por parte do governo indonésio. “Se essa revisão impedir novas mortes, sentirei que a vida da Juliana não foi em vão”, declarou, com a esperança de que sua perda traga mudanças significativas.

Juliana era uma publicitária talentosa, com um perfil vibrante nas redes sociais. Com mais de 20 mil seguidores, ela compartilhava sua paixão por viagens, sempre buscando novas experiências ao redor do mundo. Formada em comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ela trabalhou em empresas renomadas, como o Grupo Globo. Além de sua carreira, Juliana se destacava como dançarina profissional de pole dance, realizando apresentações artísticas que encantavam seus admiradores.

A trajetória de Juliana é um testemunho de vivacidade e dedicação, e seu pai se empenha para garantir que seu legado continue, inspirando mudanças que protejam outros viajantes. Esta história deve ser compartilhada, pois reflete a necessidade urgente de protocolos que priorizem a segurança em trilhas e aventuras. O que você acha que pode ser feito para melhorar a segurança em atividades de aventura? Deixe seu comentário e compartilhe sua opinião.

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