Funcionário da Caixa é alvo da PF por fraude milionária com cartões

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Uma operação da Polícia Federal (PF) desencadeada nesta quinta-feira (10/7) revelou um esquema audacioso de fraudes envolvendo cartões bancários da Caixa Econômica Federal. Nomeada de Operação Zelig, a ação se concentrou na Zona Oeste do Rio de Janeiro, abrangendo áreas como Campo Grande, Realengo, Senador Camará e até o interior de uma agência da Caixa em Deodoro.

Os criminosos exploravam dados de clientes reais para desbloquear cartões extraviados e realizar transações ilegais. Entre as táticas empregadas estavam a troca de chips e o registro não autorizado de biometria digital, facilitando saques e operações bancárias sem que os verdadeiros titulares soubessem.

O ponto de partida da investigação foi um relatório técnico da Caixa, que alertava sobre as irregularidades. Um dos alvos da operação é um funcionário do banco, acusado de facilitar as fraudes diretamente de dentro da agência.

Clientes começaram a se queixar de que não recebiam seus cartões ou que os recebidos apresentavam sinais de adulteração. Além disso, muitas contas estavam sendo movimentadas sem autorização, e cadastros de biometria eram realizados sem o consentimento dos usuários.

As consequências para os envolvidos podem incluir acusações de furto mediante fraude e participação em organização criminosa. O nome da operação, “Zelig”, faz referência ao filme que narra a história de um homem capaz de mudar sua aparência para se adaptar a diferentes situações, semelhante à maneira como os golpistas se disfarçavam e enganavam o sistema bancário.

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