“Ódio gratuito”: acompanhante quebra o silêncio após briga com deputado. Veja vídeo

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Resumo: Em Brasília, a acompanhante do deputado federal Luciano Alves (PSD-PR) relata um episódio de agressões verbais, intimidação e humilhação durante uma tentativa de conversa na noite de 25 de março, no Lago Sul. Ela registrou boletim de ocorrência e descreve uma escalada de tensões dentro e fora do veículo, que a deixou abalada emocionalmente. O deputado não se manifestou até o fechamento desta reportagem.

O relato da testemunha aponta que a noite começou com a negociação de valores de um programa, mas rapidamente o clima se deteriorou. Segundo ela, o parlamentar já apresentava sinais de intoxicação e passou a proferir xingamentos dirigidos a ela, enquanto se recusava a sair do carro. “Eu sou a proprietária do carro, você vai sair sim”, relatou, ressaltando que tentou manter a calma para evitar que a situação saísse do controle.

O papel da assessoria e o tom da violência verbal A situação ganhou contornos ainda mais graves com a primeira intervenção da assessora do deputado. A testemunha afirma ter sido alvo de novas ofensas, proferidas com linguagem de baixo nível, que intensificaram a humilhação. Em um dos momentos, o parlamentar supostamente declarou, “de mulher para mulher”, sugerindo que a agressão poderia ocorrer por parte da assessora. Entre os insultos, houve ainda o lançamento de bebida que atingiu o rosto e o cabelo da vítima, aumentando a sensação de intimidação.

Mesmo diante da escalada, a acompanhante manteve a postura de comunicação firme, buscando encerrar o episódio. Ela disse ter pedido reiteradamente que o deputado saísse do carro, mas sem sucesso. Ao perceber o risco de violência física, procurou segurança próximas e, posteriormente, a delegacia para registrar o que ocorreu, alegando que se sentiu coagida e intimidada durante toda a sequência.

Consequências pessoais e abertura de investigação A vítima descreveu um abalo emocional considerável, citando crises de ansiedade e dificuldades para voltar a sair de casa após o incidente. Não conhecia o deputado antes do encontro e afirmou que o episódio foi desencadeado na entrada do local, sem qualquer relação prévia. O caso foi registrado na 10ª Delegacia de Polícia, no Lago Sul, com a Polícia Militar acionada para acompanhar. Até o momento, o deputado não se manifestou publicamente.

Especialistas destacam que, independentemente de posição política, toda pessoa tem direito a ser tratada com dignidade e segurança. A investigação permanece em andamento, com a expectativa de que a Justiça apure os fatos com clareza, sem julgamentos antecipados. A testemunha reforça a necessidade de responsabilização pelos atos descritos, mantendo o compromisso com a veracidade das informações e com a proteção das vítimas de agressões.

Você acompanhou este caso? Deixe sua opinião sobre o tema do respeito entre cidadãos e figuras públicas, a responsabilidade que recai sobre quem ocupa espaço de poder e como a cidade deve lidar com situações de violência e intimidação no cotidiano. Compartilhe seu ponto de vista nos comentários e participe da discussão com argumentos embasados.

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