Ex-conselheiro de Trump fala que mover submarinos “é muito arriscado”

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Neste último sábado, o ex-conselheiro de Segurança Nacional de Donald Trump, John Bolton, expressou suas preocupações sobre a decisão do presidente de deslocar dois submarinos nucleares para áreas próximas à Rússia. Em meio a um intenso debate com Dmitri Medvedev, ex-presidente russo, Bolton classificou essa medida como “muito arriscada” e “imprudente”.

“Trump parece não compreender como a Marinha nuclear realmente opera”, afirmou Bolton em entrevista à CNN. Ele explicou que os submarinos da classe Ohio, responsável por transportar mísseis balísticos, não permanecem inativos em portos. Pelo contrário, estão em missões complexas e altamente sigilosas, prontos para dissuadir qualquer ataque nuclear.

O ex-conselheiro destacou que os EUA possuem 18 desses submarinos nucleares, dos quais 14 estão armados com ogivas nucleares. Para Bolton, a ideia de movimentar esses submarinos demonstra uma falta de entendimento crítico: “É imprudente para o presidente responder a alguém como Medvedev, independentemente das provocações.”

Na sexta-feira, Trump declarou que os EUA estão “totalmente prontos” para um conflito nuclear, em resposta às ameaças feitas por Medvedev sobre o uso da chamada “Mão Morta”, um sistema soviético de retaliação automática. Trump justificou seu posicionamento estratégico ao movimentar submarinos nucleares como uma medida de proteção diante das declarações de Medvedev.

Em sua rede social, o ex-presidente afirmou que essas manobras foram tomadas após Medvedev fazer “declarações altamente provocativas”. Ele ressalta a importância das palavras, que podem levar a consequências indesejadas. Ao mesmo tempo, Trump não esclareceu se os submarinos em questão carregavam armamentos nucleares ou eram apenas de propulsão nuclear.

Em resposta a Trump, Medvedev alertou sobre os perigos da “Mão Morta”, uma arma automática desenvolvida para assegurar um contra-ataque nuclear mesmo após um ataque inimigo. A retórica agressiva dos dois líderes, evidentemente, reflete a crescente tensão entre EUA e Rússia, com Medvedev se tornando uma das vozes mais contundentes do Kremlin neste contexto.

Neste cenário volátil, a comunicação entre líderes mundiais se torna crucial. O que você pensa sobre as provocações de ambos os lados? Compartilhe sua opinião nos comentários!

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