Subcomissão vai iniciar discussão sobre fim da jornada de trabalho 6×1 com Erika Hilton presidindo trabalhos

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A deputada Erika Hilton (Psol-SP) deu um importante passo ao anunciar, em suas redes sociais, o início das atividades da subcomissão destinada a discutir a Proposta de Emenda à Constituição 8/25. Essa proposta visa extinguir a jornada de trabalho de 6×1 — seis dias de trabalho seguidos por um dia de folga. A ideia de criar esta subcomissão partiu do presidente da Comissão de Trabalho da Câmara, Leo Prates (PDT-BA).

Com Erika Hilton à frente, a subcomissão terá a missão de debater a proposta em audiências públicas, envolvendo tanto parlamentares quanto representantes da sociedade civil. O objetivo é coletar sugestões que aprimorem a proposta. Recentemente, a deputada se reuniu com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que se comprometeu a apoiar um plano de ação para acelerar o progresso dessa iniciativa.

A PEC que propõe o fim da jornada 6×1 foi apresentada por Erika Hilton em fevereiro deste ano, mas ainda aguarda a tramitação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde deve ser analisada antes de seguir para votação.

Durante a reunião de terça-feira, a deputada pretende compartilhar seu plano de trabalho e reforçar a aceitação popular da proposta, que segundo pesquisas, conta com o apoio de cerca de 70% da população brasileira.

“Ainda não temos uma versão final do texto, e é urgente que trabalhemos colaborativamente para ouvir diferentes vozes. Desejamos criar um consenso que leve a resultados dignos e humanos para todos os trabalhadores”, destaca Erika Hilton.

O deputado Luiz Gastão (PSD-CE) é apontado como relator da proposta e se comprometeu a dialogar com diversas áreas para harmonizar interesses e garantir um texto que reflita as necessidades dos diversos setores da economia.

“As relações entre a folha de pagamento e o faturamento variam significativamente entre as empresas. Enquanto algumas lidam com custos que representam mais de 50% do faturamento, outras têm despesas em torno de 5% ou 10%. Precisamos abordar essa realidade ao elaborar a proposta”, ressaltou o deputado.

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