Advogado acusado de 9 estupros denunciou tortura em DP; PCDF nega

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Resumo SEO: Advogado Cláudio Martins Lourenço é investigado no Distrito Federal por stalking, cárcere privado e outros crimes, após a denúncia de uma técnica de enfermagem de 21 anos. Laudos oficiais, decisões judiciais e a atuação da Corregedoria aparecem no decorrer da apuração.

No ano anterior, ele foi preso preventivamente pela 32ª Delegacia de Polícia (Samambaia Sul) após a acusação da vítima, que relatou stalking e cárcere privado. O caso envolve medidas protetivas já determinadas pelo TJDFT para a vítima.

Um laudo do Instituto de Medicina Legal (IML) afirma que o advogado entrou na cela sem lesões; ele passou a dizer que foi torturado por policiais com arma de choque. A versão é contestada pela corporação, que sustenta que houve autolesão.

No Boletim de Ocorrência de 4 de maio de 2025, a técnica de enfermagem relatou cárcere privado, perseguição e outras violências psicológicas. As medidas protetivas de urgência foram solicitadas e determinadas pelo TJDFT.

Apesar da decisão judicial, a vítima afirmou ter recebido ligações de números desconhecidos que, posteriormente, teriam sido do próprio advogado. Em 18 de maio de 2025, as tentativas de contato se intensificaram; ela gravou algumas ligações e entregou as gravações às autoridades.

Ela disse não manter contato voluntário com o acusado e vive sob constante medo; desde 3 de maio de 2025, está em acompanhamento psiquiátrico e pediu a continuidade das investigações pela Justiça.

Outro episódio envolvendo o advogado ocorreu na 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia Norte), durante atendimento a um cliente detido, quando foi lavrado um Termo Circunstanciado contra ele.

O histórico do caso remonta a 2001, quando Cláudio Dias era soldado da Polícia Militar do DF. Em 2002, foi preso após violência contra uma garota de programa no Conic; segundo a Deam, ele amarrava as vítimas e cometeu abusos. A defesa afirma que registros antigos não apagam a gravidade dos abusos nem justificam a violência.

O caso está sob apuração na Justiça e na Corregedoria-Geral da PCDF, com atuação de órgãos como a OAB. E você, qual a sua opinião sobre os desdobramentos desse episódio? Deixe seu comentário.

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