‘Governador pediu para eu permanecer o máximo de tempo’ no governo, afirma Derrite

Publicado:

compartilhe esse conteúdo

O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, declarou que vai continuar no cargo até março de 2026, quando termina o prazo para desincompatibilização. Ele fez a afirmação durante um evento de entrega de viaturas da Polícia Militar em São Paulo. A decisão de Derrite em ficar no governo é uma solicitação do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que pediu que ele permanecesse “o máximo de tempo possível”.

Nos bastidores, o Partido Progressista, do qual Derrite faz parte, cogita sua saída antecipada para que ele retome seu mandato na Câmara dos Deputados. A ideia é que ele articule projetos importantes no Congresso, especialmente a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. O secretário comentou: “A possibilidade de antecipar minha volta ao Congresso existe, mas, a pedido do governador, eu devo permanecer até o final do prazo.”

A PEC de número 18 tem como objetivo reformular o sistema de segurança pública no Brasil, promovendo a integração entre as forças federais, estaduais e municipais. Derrite informou que a proposta já está em tramitação na comissão especial da Câmara, e ele tem atuado ativamente nas discussões.

Ele também destacou ações estruturantes, como a entrega de viaturas e a ampliação do programa Muralha Paulista, que já está presente em 61% das cidades do estado. Para se candidatar ao Senado nas eleições de 2026, Derrite precisa deixar o cargo até abril do mesmo ano, conforme a legislação eleitoral. Ele deve reassumir seu mandato na Câmara até março, fortalecendo sua articulação política.

O que você acha das declarações de Derrite e das suas perspectivas para o futuro? Deixe sua opinião nos comentários.

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

ARTIGOS RELACIONADOS

Operação Agulha Oculta investiga coordenador legislativo por venda de Mounjaro paraguaio

Operação Agulha Oculta, da Polícia Civil de São Paulo, mira um suposto esquema de importação irregular e venda de tirzepatida — conhecida como...

Lava Jato: executivos são condenados a até 14 anos de prisão por fraude em licitações

A Justiça Federal no Paraná condenou seis executivos e operadores financeiros envolvidos em contratos fraudados com a Petrobras, em uma etapa remanescente da...

Operação Agulha Oculta investiga coordenador legislativo por venda de Monjaro paraguaio

Operação Agulha Oculta investiga a venda de Monjaro paraguaio e resultou na apreensão de 22 ampolas de tirzepatida, além de celulares, seringas, embalagens...