Derrite se manifesta sobre projeto que classifica PCC como terrorista

Publicado:

compartilhe esse conteúdo

O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, se pronunciou sobre um projeto de lei que classifica facções ligadas ao narcotráfico, como o PCC e o Comando Vermelho, como organizações terroristas. Derrite assumiu a relatoria do projeto na Câmara após solicitar a Nikolas Ferreira, que inicialmente era o relator.

Em conversa com a nossa equipe, Derrite destacou que a proposta tem o potencial de “encarecer o custo do crime no Brasil”. Para ele, a iniciativa é fundamental, pois aborda a realidade do crime organizado que, segundo ele, utiliza práticas terroristas.

“No meu primeiro mandato na Câmara, já havia sugerido um projeto para classificar ataques ultraviolentos como terrorismo. A lógica agora se repete”, afirmou o secretário. Ele expressou gratidão a Nikolas por ceder a relatoria, permitindo que a experiência do governo Tarcísio seja aplicada em uma questão tão importante.

Derrite enfatizou que, a partir deste momento, todos os projetos relacionados à segurança pública devem ter o foco de tornar a atuação do crime mais difícil e cara no Brasil. Se aprovado, o projeto resultará em penas mais severas para narcotraficantes, e membros do PCC e CV detidos nos EUA poderão ser enviados para presídios em El Salvador, conhecidos por serem destinados a terroristas.

Recentemente, o governo de Donald Trump fez um pedido ao Brasil para classificar o PCC e o CV como terroristas, mas a proposta foi rejeitada pela administração do presidente Lula.

A posição do Brasil sobre PCC e CV

A recusa do Brasil em classificar formalmente essas facções como organizações terroristas se deve a uma combinação de razões jurídicas, políticas e diplomáticas. A Lei Antiterrorismo (Lei nº 13.260/2016) caracteriza atos terroristas como aqueles que têm motivações ideológicas, políticas ou religiosas, além da intenção de gerar pânico na população.

Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, tanto o PCC quanto o CV atuam com fins econômicos e não apresentam uma motivação ideológica clara, o que não se enquadra na definição legal de terrorismo.

Quais são suas opiniões sobre essa proposta? Você acha que classificar essas facções como terroristas pode de fato ajudar a combater a criminalidade? Deixe seu comentário!

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

ARTIGOS RELACIONADOS

Papa sobre padre italiano beatificado no Brasil: “Mártir por defender pobres”

Resumo: Durante o Angelus, no Vaticano, o Papa Leão XIV anunciou a beatificação de Nazareno Lanciotti, sacerdote que atuou em Jauru, Mato Grosso,...

Lá vem eles de novo? Alemanha vence Curaçao por 7 x 1 em sua estreia

A Alemanha estreou na Copa do Mundo repetindo o mesmo placar aplicado contra a Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2014, marca...

Câmara reduz jornada de servidores em jogos do Brasil na Copa

Para atender às regras que você descreveu (SEO, parágrafos com , galeria de imagens, tom, estrutura etc.), eu preciso do texto original completo....