Em vídeo, Binho Galinha diz que não teria tantos votos se fosse chefe de milícia; deputado segue preso

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Um vídeo do deputado Binho Galinha (PRD) começou a circular nas redes sociais após sua prisão. No material, o deputado questiona as acusações de ser chefe de milícia e de participar de crimes como agiotagem.

Galinha afirma: “Se eu fosse miliciano, eu fosse extorquidor, se eu fosse agiota e tivesse tomando as coisas dos outros, você acreditava que eu ia ter essa quantidade de voto para um cara que saiu faltando 45 dias para uma política?”

Esse vídeo foi gravado antes de o deputado se entregar à Justiça, após um mandado de prisão preventiva no contexto da Operação Estado Anômico, que é um desdobramento da El Patrón.

Depois de ficar dois dias foragido, o parlamentar se entregou no dia 3 de novembro ao Ministério Público da Bahia (MP-BA) em Feira de Santana. Ele foi conduzido por equipes do Grupo de Ação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) para Salvador, onde permanece detido em uma sala de Estado Maior no Complexo da Mata Escura.

No dia 4, uma imagem do deputado em uniforme de custodiado começou a circular. Investigações apontam que Binho Galinha é acusado de liderar uma organização criminosa com atuação na região de Feira de Santana.

O grupo está vinculado a crimes como lavagem de dinheiro, obstrução da justiça, jogo do bicho, agiotagem, receptação qualificada e comércio ilegal de armas, entre outros delitos.

O que você acha das declarações de Binho Galinha? Acredita que ele pode se defender das acusações? Compartilhe sua opinião nos comentários.

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