Virgínia é proibida de vender produtos da WePink em lives após pedido do Ministério Público; entenda

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A influenciadora digital Virgínia Fonseca, proprietária da WePink, enfrenta uma nova determinação legal. A empresa está proibida de vender produtos por meio de transmissões ao vivo até que comprove a disponibilidade dos itens em estoque.

Essa decisão é resultado de um pedido de liminar do Ministério Público de Goiás (MP-GO). A WePink se tornou alvo de investigação devido a práticas consideradas abusivas em suas vendas. A multa para descumprimento dessa ordem é de R$ 100 mil por live.

Como parte das exigências, a empresa de cosméticos tem um prazo de 30 dias para estabelecer um Canal de Atendimento que não seja automatizado, assegurando atendimento humano. Além disso, o serviço deve estar disponível em múltiplos canais, incluindo atendimento via telefone, e a empresa deverá garantir uma resposta inicial a cada reclamação em até 24 horas.

Essa situação surgiu após o MP abrir uma ação contra a WePink, que registrou mais de 120 mil reclamações em menos de um ano. As queixas variam desde falta de entrega de produtos e descumprimento de prazos até dificuldades de reembolso, atendimento insatisfatório, exclusão de críticas e produtos com defeito.

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