Ibovespa termina em alta com mercado atento aos EUA e China; dólar sofre leve queda e fecha abaixo de R$ 5,47

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O Ibovespa fechou em alta de 0,65% nesta quarta-feira (15), atingindo 142.603 pontos e recuperando a marca dos 142 mil pela primeira vez na semana. Esse desempenho positivo aconteceu mesmo com as quedas de grandes empresas como Petrobras e Banco do Brasil, que sofreram pressões por motivos específicos. O volume financeiro do dia alcançou R$ 45,5 bilhões, especialmente impulsionado pelo vencimento de opções sobre o índice.

Na semana, a Bolsa acumulou um ganho de 1,37%, mas ainda registra uma queda de 2,48% no mês. No acumulado do ano, a alta é de 18,56%. Entre os destaques do pregão, as ações da Assaí subiram 5,98%, MRV 4,81% e RD Saúde 4,54%. Por outro lado, Embraer caiu 2,44%, Brava 2,24% e Prio 2,04%.

No setor das blue chips, Vale ON teve uma valorização de 1,86%, mesmo com a queda de 1,46% do minério de ferro no mercado de Dalian, na China. Bradesco e Santander também registraram ganhos próximos de 1%. Em contraste, as ações do Banco do Brasil caíram 1,84%, após indícios de que a instituição e a Caixa Econômica Federal poderão ser acionadas pelo governo para ajudar na reestruturação dos Correios. Petrobras, por sua vez, recuou 1,40% (ação ON) e 0,90% (ação PN), acompanhando a correção dos preços do petróleo.

O dólar à vista encerrou o dia com uma leve queda de 0,14%, cotado a R$ 5,4624, seguindo a tendência do mercado internacional. O Dollar Index (DXY) caiu 0,30%, refletindo a postura mais cautelosa do Federal Reserve (Fed). A moeda americana chegou a tocar R$ 5,4338 durante a mínima do dia e acumula uma desvalorização de 0,75% na semana, embora tenha subido 2,62% em outubro.

Após oscilações ao longo do dia, o dólar reduziu seu ritmo de queda, especialmente após a queda nos preços do petróleo. Ao final do dia, a moeda estava cotada a R$ 5,4624, com uma diminuição de 0,14%. A situação das negociações comerciais entre Estados Unidos e China continua incerta, mas os investidores estão demonstrando disposição para ativos de risco, como bolsas e moedas emergentes, em meio às expectativas de novos cortes de juros pelo Fed.

E você, como analisa essa movimentação do mercado? Deixe seu comentário e compartilhe sua opinião sobre as altas e baixas que podem influenciar a economia.

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