Corretor terá que pagar R$ 60 mil em custas para continuar ação contra Bruno Gagliasso

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O corretor de imóveis Marco Antônio Pinheiro Loureiro teve seu pedido de gratuidade judicial negado de forma unânime pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro na última sexta-feira (24). Ele move um processo contra o ator Bruno Gagliasso, alegando ter direito a uma comissão de R$ 3 milhões pela intermediação na venda de uma mansão do artista, localizada em Itanhangá.

Com a decisão, Loureiro terá dez dias para pagar cerca de R$ 60 mil em custas processuais se quiser dar continuidade à ação. O Tribunal analisou que ele possui condições financeiras para arcar com as despesas, considerando sua movimentação bancária, padrão de vida e atividades como especialista em imóveis de luxo.

As redes sociais do corretor e sua residência em uma cobertura na Barra da Tijuca, além de seus hábitos em locais de alto padrão, influenciaram a decisão em desfavor de seu pedido.

A mansão em questão, conhecida como Casa da Tenda, foi vendida por cerca de R$ 23 milhões e possui 3.300 metros quadrados de terreno e 1.250 metros quadrados de área construída. O imóvel pertencia anteriormente a Gagliasso e sua esposa, Giovanna Ewbank.

Simultaneamente a este processo, Bruno Gagliasso registrou uma queixa-crime contra Loureiro em agosto. O ator o acusa de difamação por supostas declarações feitas à imprensa sobre o caso.

Até o momento, não há informações sobre se Marco Antônio irá pagar as custas processuais dentro do prazo determinado pelo Tribunal do Rio. Nenhum dos envolvidos se pronunciou publicamente após a decisão judicial.

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