Feminicídio: cidade de São Paulo bate recorde de casos em 2025

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Em 2025, a cidade de São Paulo atingiu um número alarmante de 53 casos de feminicídio entre janeiro e outubro. Essa marca é a mais alta desde 2015, quando começaram os registros. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), que utiliza informações de boletins de ocorrência onde o agravante de feminicídio foi assinalado.

Este aumento se destaca no cenário do estado, que teve 207 casos de feminicídio registrados até outubro. Desse total, além dos 53 casos na capital, ocorreram 101 no interior e 40 na região metropolitana, sem contar a cidade de São Paulo. Em relação a 2024, houve um aumento de 8% nos casos.

Histórico de feminicídios na cidade de São Paulo

  • 2025 (jan a out): 53 casos
  • 2024: 51 casos
  • 2023: 38 casos
  • 2022: 41 casos
  • 2021: 33 casos
  • 2020: 40 casos
  • 2019: 44 casos
  • 2018: 29 casos
  • 2017: 26 casos
  • 2016: 13 casos
  • 2015 (a partir de abril): 6 casos

Lula se pronuncia sobre o aumento da violência

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um desabafo emocionado sobre a violência contra as mulheres durante um evento em Ipojuca, Pernambuco. Lula pediu penas mais severas para os agressores e refletiu sobre a necessidade de mudanças na forma como a sociedade educa homens e mulheres.

Ele mencionou o impacto que esses crimes têm na vida das mulheres, enfatizando a importância de um respeito genuíno. “Se não fossem elas, a gente nem existia”, destacou.

A primeira-dama, Janja Lula da Silva, também expressou sua preocupação com a violência contra as mulheres. Em conversa com o presidente, ela pediu um combate mais firme à situação, revelando como as reportagens sobre o tema a têm tocado profundamente.

Lula citou casos recentes de brutalidade, como o de um ex-jogador de basquete que agrediu sua namorada e o de um homem que arrastou sua ex-namorada com um carro, resultando em graves ferimentos. “Se você não está bem com sua companheira, seja maduro. Não use a violência”, reforçou o presidente.

Essas questões levantam reflexões importantes sobre a educação e o respeito nas relações interpessoais. O que você pensa sobre essa situação? Compartilhe sua opinião nos comentários.

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