CBF suspende novos gramados sintéticos; Flamengo reage à decisão

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A CBF suspendeu a homologação de novos gramados sintéticos na Série A, medida recebida com satisfação por Flamengo e outros clubes que defendem o futebol de campo natural. A decisão, anunciada nesta sexta-feira, aponta para um caminho de transição rumo a padrões internacionais de qualidade em gramados naturais, priorizando a saúde dos atletas e a qualidade técnica do jogo.

A liderança do debate técnico ganhou respaldo com a nota do Flamengo, que parabenizou a CBF pela posição e destacou que 2026 deve marcar a retomada da excelência brasileira, com gramados naturais que valorizem o talento e a técnica, sem serem empecilhos ao jogo.

Palmeiras, Athletico-PR, Atlético-MG, Botafogo e Chapecoense reagiram ao movimento, ampliando a discussão sobre a implementação de gramados sintéticos na elite. O Flamengo já havia encaminhado à CBF propostas técnicas para sustentar a transição.

Nota do Flamengo: o clube reforçou o compromisso com a transição segura para gramados naturais e com a construção de um Padrão de Gramados Naturais de Primeiro Mundo, a ser definido por um grupo de trabalho da CBF. A decisão foi tomada no Conselho Técnico da Série A em 11/12/2025, refletindo a necessidade de qualidade, saúde atlética e jogo mais fiel ao futebol de alto nível.

A discussão também envolve a posição da FIFA, que entende que o gramado sintético não é adequado para competições de elite. O Flamengo está alinhando estudos técnicos da FIFA para fundamentar as diretrizes do grupo de trabalho e balizar a transformação rumo aos gramados naturais.

Futuro do Jogo é Natural: com o horizonte de 2026, o movimento busca transformar o futebol brasileiro em referência internacional de gramados naturais, assegurando que o campo apoie o talento dos jogadores. O Flamengo reafirma seu compromisso com modernização, transparência e melhoria da qualidade do futebol, atuando em parceria com a CBF e demais clubes para definir um padrão de gramados naturais de Primeiro Mundo.

O objetivo é consolidar, na elite, um padrão brasileiro de gramados naturais de alta qualidade, alinhando o país às melhores práticas globais e abrindo caminho para uma transição gradual, responsável e sustentável que beneficie atletas, torcedores e a história do futebol nacional.

E você, o que pensa sobre essa mudança? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe da discussão sobre o futuro dos gramados no futebol brasileiro.

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