Avião que caiu em Copacabana não tinha autorização para publicidade

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Aeronave de propaganda que caiu em Copacabana não tinha autorização, informa Seop-RJ

A Secretaria Municipal de Ordem Pública do Rio de Janeiro (Seop-RJ) informou ao Metrópoles que a aeronave que caiu no mar de Copacabana no sábado, 27/12, não estava autorizada a realizar publicidade. O monomotor Cessna, modelo 170A, com matrícula PT-AGB, realizava voos com uma faixa de propaganda quando ocorreu a queda e o piloto morreu.

Os Bombeiros foram acionados às 12h34. Cerca de duas horas depois, o corpo foi encontrado e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para identificação. Mais de 30 agentes foram mobilizados para as buscas.

A confirmação da morte foi dada pelo subprefeito da Zona Sul do Rio, Bernardo Rubião, que se pronunciou nas redes sociais.

A queda ocorreu na altura do posto 3 da orla, próximo ao Copacabana Palace, onde está montado o palco principal para a festa de Réveillon da cidade. No momento da queda, havia embarcações e motos aquáticas próximas, mas ninguém foi atingido. A identidade do piloto não foi confirmada até o momento, e ele estava sozinho na aeronave.

O avião de pequeno porte pertence à empresa Visual Propaganda Aérea – Eireli. A reportagem buscou a empresa para comentário e aguarda retorno.

A ocorrência levanta questões sobre o uso de aeronaves para publicidade em áreas com grande movimento urbano, especialmente em momentos de grandes eventos como o Réveillon. O caso segue sob investigação.

Como você encara o uso de aeronaves para publicidade em áreas públicas? Deixe sua opinião nos comentários abaixo e compartilhe seus pontos de vista sobre segurança, regulamentação e uso de espaço aéreo em eventos na cidade.

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