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– Palavras-chave: piracema SP, pesca ilegal, Rio Paraná Rosana, Pauliceia, Presidente Epitácio, Polícia Ambiental, apetrechos pesca proibidos, crime ambiental, piracema 2025-2026.
– Meta descrição: Quatro pescadores são autuados por pesca ilegal durante a piracema no Rio Paraná, em Rosana (SP). Veja detalhes de outras ocorrências, apreensões de apetrechos e o marco da piracema 2025–2026 em São Paulo.
Um grupo de quatro pescadores foi autuado pela Polícia Militar Ambiental por pesca ilegal durante o período de piracema no Rio Paraná, em Rosana (SP). A ação ocorreu na tarde do dia 30/12 e envolveu três embarcações; não houve captura de tucunaré.
Os quatro homens — com idades de 62, 32, 32 e 23 anos — foram informados sobre a infração ambiental e autuados pela prática ilegal. As embarcações foram apreendidas, e os apetrechos recolhidos foram encaminhados à Base Operacional de Rosana, à disposição da Justiça.
Na véspera de Natal (24/12), outra operação da Polícia Ambiental resultou na autuação de um homem de 45 anos, multado em R$ 1.460 por pesca ilegal no Rio Paraná, trecho de Pauliceia (SP). Ele capturou 23 quilos de peixes das espécies piapara e piauçu, sendo abordado na rampa de embarque com uma vara. Ele responderá criminalmente pelo ato.
Em Presidente Epitácio, no reservatório da Usina Hidrelétrica Sérgio Motta, a Polícia Ambiental localizou apetrechos de pesca proibidos: 350 metros de redes de malhar, uma corda com espinhel contendo seis covos, um puçá de tela para camarão e dois galões usados como sinalizadores. Os materiais foram recolhidos e encaminhados à sede do policiamento ambiental em Presidente Prudente, à disposição da Justiça.
Por fim, a polícia reforçou a proibição durante a piracema, explicando que esse é o período mais importante para a reprodução dos peixes, quando se deslocam para desovar nas nascentes. No estado de São Paulo, a piracema começou em 1º de novembro de 2025 e vai até 28 de fevereiro de 2026. A captura, o transporte e o armazenamento de espécies nativas são crimes ambientais nesse intervalo.
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Essas ocorrências ressaltam a importância da fiscalização para proteger o ecossistema do Rio Paraná e assegurar que as regras de piracema sejam cumpridas, evitando impactos à reprodução dos peixes e à economia pesqueira local.
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