O diplomata e analista político Edmundo González declarou-se presidente da Venezuela no último domingo, 4 de janeiro de 2026, afirmando ter vencido as eleições de 28 de julho de 2024. Em vídeo publicado na rede social X, ele pediu que as forças armadas reconheçam o resultado, disputado contra Maria Corina Machado, impedida de candidatar-se. González, opositor de Nicolás Maduro, foi capturado por forças americanas no dia 3 de janeiro, segundo a produção da matéria.
Em seu pronunciamento, González enfatizou que “A Venezuela precisa de verdade, justiça e reconciliação, sem impunidade” e, como presidente dos venezuelanos, fez um chamado sereno e claro à Força Armada Nacional e aos corpos de segurança para cumprir o mandato conferido no dia 28 de julho de 2024. O opositor também destacou que Maria Corina Machado não pôde candidatar-se, o que moldou o cenário eleitoral divulgado.
A mensagem veio acompanhada de imagens com crédito da agência EFE/EPA, registradas por Ting Shen, entre outras informações que ajudam a situar o cenário político da Venezuela e o debate sobre a legitimidade do pleito de 2024. González reiterou, em tom institucional, que as forças de segurança devem atuar em consonância com a Constituição, buscando verdade, justiça e reconciliação nacionais.
O caso insere-se num momento de tensão entre o governo de Nicolás Maduro e setores da oposição desde as eleições de 2024, com desdobramentos ainda em andamento no panorâma político venezuelano. O texto reforça a leitura de que o debate envolve a legitimidade do processo eleitoral e o papel das instituições no país.
E você, o que pensa sobre a declaração de González e o papel das Forças Armadas na política venezuelana? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe da discussão sobre o futuro político da região.

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