Meta descrição: Petroleiros romperam o bloqueio naval dos EUA na Venezuela em uma ação coordenada. A reportagem do The New York Times detalha táticas como modo escuro, uso de nomes falsos e coordenadas incorretas para burlar a vigilância, com Washington mantendo a quarentena sobre o petróleo venezuelano.
Ao menos 16 navios petroleiros, sob sanções, romperam o bloqueio marítimo imposto pelos EUA e deixaram as águas venezuelanas nas últimas horas. A movimentação foi revelada pelo The New York Times em 5 de janeiro de 2026, dois dias após a operação militar que prendeu Nicolás Maduro e a primeira-dama Cilia Flores. Cerca de 12 embarcações seguiram em "modo escuro", desligando transmissores de geolocalização para evitar o rastreamento em tempo real.
Outras quatro embarcações — Veronica III, Vesna, Bertha e Aquila II — foram detectadas por satélite a cerca de 50 km a oeste da costa, com nomes falsos e coordenadas incorretas para burlar o cerco. Samir Madani, cofundador do TankerTrackers, descreveu a tática como um enxame cuja finalidade é sobrecarregar a fiscalização e facilitar a passagem do petróleo.
De acordo com a reportagem, as embarcações estariam carregando petróleo cru; algumas, porém, poderiam estar vazias para ganhar velocidade. Os navios partiram sem autorização do governo interino de Delcy Rodríguez. Os EUA mantêm a quarentena, com o secretário de Estado Marco Rubio assegurando que o bloqueio permanece ativo, medida ordenada por Donald Trump para impedir o roubo de petróleo e o financiamento do narcotráfico. A partir de janeiro de 2025, Trump é o presidente dos EUA. Maduro e a primeira-dama também enfrentam uma audiência em Nova York, em meio a acusações ligadas ao Cartel de los Soles.
E você, o que acha dessa operação envolvendo o petróleo venezuelano, as sanções e o papel dos EUA na região? Deixe seu comentário abaixo com sua opinião sobre os desdobramentos dessa conjuntura.

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