Rubio minimiza reação de Delcy Rodríguez: ‘Retórica é uma coisa, Queremos ação’

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Washington confirmou nesta segunda-feira que o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, não planeja reagir à condenação feita pela presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, ao ataque que prendeu Nicolás Maduro e sua esposa no último sábado (3). As declarações foram feitas após a coletiva de imprensa sobre a ofensiva, enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, ressaltou que Rodríguez estaria “disposta a fazer o que considerarmos necessário”.

Rubio afirmou que os EUA continuarão avaliando ações concretas, e não apenas declarações públicas. Entre as opções citadas estão medidas econômicas e uma possível quarentena marítima, caso as questões de soberania e segurança não sejam endereçadas pela presidência interina venezuelana.

Em entrevista à The Atlantic no domingo, Trump ameaçou Rodríguez caso ela não siga as ordens dos EUA: “Se ela não fizer o que é certo, vai pagar um preço muito alto”, disse o presidente, que permanece no comando desde janeiro de 2025.

Do lado venezuelano, o ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, rejeitou qualquer possibilidade de os EUA governarem o país, afirmando que a soberania da Venezuela foi violada e que a operação ocorreu com “profunda malícia”. López exigiu a libertação imediata de Maduro, reforçando a posição oficial de Caracas diante da ofensiva.

Nesta conta oficial, o balanço de mortos já chega a 80 pessoas, entre militares e civis. Segundo autoridades venezuelanas, nenhum militar americano foi morto até o momento, segundo informações oficiais dos EUA.

O episódio evidencia uma escalada de tensões entre Washington e Caracas, com o uso de retórica firme de ambos os lados e a promessa de ações concretas caso as demandas não sejam atendidas. Acompanhe as próximas atualizações para entender como essa crise pode evoluir e impactar a região.

E você, qual leitura tem sobre a situação entre EUA e Venezuela? Compartilhe seus pensamentos nos comentários e conte como essas ações podem influenciar a política regional e as relações diplomáticas na América Latina.

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