Na noite desta terça-feira (6/1), o médico Brasil Caiado informou que o ex-presidente Jair Bolsonaro, detido na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, apresenta tontura, apatia e queda da pálpebra esquerda após a queda ocorrida no quarto onde ele está preso.
A última avaliação de Caiado aponta apatia, leve queda da pálpebra esquerda, pressão arterial normal e sinais de tontura, sem dor. O próximo passo é aguardar a liberação da Justiça para realizar exames e, se necessário, encaminhar o ex-presidente ao hospital, que está preparado para recebê-lo.
A defesa de Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, a liberação para encaminhá-lo imediatamente ao Hospital DF Star para investigar o suposto traumatismo. O pedido foi negado após a equipe médica da PF não considerar necessária hospitalização urgente.
Na decisão, Moraes afirmou que não há necessidade de remoção imediata do custodiado para o hospital, conforme a nota da Polícia Federal.
Segundo os médicos, Bolsonaro sofreu um trauma leve. A PF informou ferimentos leves e apenas observação, sem encaminhamento hospitalar.
Situação jurídica: Bolsonaro foi condenado pela Primeira Turma do STF a 27 anos e 3 meses de prisão, em regime inicial fechado, por liderar uma organização criminosa que tentou impedir a posse do presidente Lula. O ex-presidente começou a cumprir a pena definitiva em 25 de novembro do ano passado. No fim de 2024, ele foi internado no Hospital DF Star para tratar hérnias e soluços e, em seguida, retornou à custódia. A defesa pediu prisão domiciliar, mas o pedido foi negado.
Conclusão: o caso segue com avaliações médicas em andamento e novas decisões judiciais em curso, em meio à cobrança por maior transparência sobre a saúde do ex-presidente e o andamento da sua custódia.
Convido você a deixar seu comentário com a sua leitura sobre a situação de Bolsonaro e as atitudes das autoridades. Qual é a sua opinião sobre o equilíbrio entre saúde e decisão judicial neste caso?

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