Lideranças da oposição articulam uma estratégia para associar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao líder venezuelano Nicolás Maduro, com o objetivo de desgastar o petista nas eleições nacionais previstas para outubro de 2026. A expectativa, segundo interlocutores, é que essa linha de ataque seja explorada com amplitude e sem aslimitações vistas em 2022, quando o TSE determinou a retirada de peças que ligavam Lula a ditadores, incluindo Maduro.
A avaliação entre dirigentes oposicionistas é que o cenário pode ser distinto em 2026 por causa da mudança no comando da Corte eleitoral. A presidência do TSE deverá ficar com o ministro Nunes Marques, com o ministro André Mendonça na vice-presidência. Ambos integram o Supremo Tribunal Federal e foram indicados ao cargo pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
Essas mudanças na liderança da Corte podem influenciar a condução das campanhas e a eventual veiculação de material que ligue Lula a Maduro, conforme a leitura de parte da oposição. Resta acompanhar os desdobramentos institucionais e as estratégias adotadas pelos atores políticos na disputa de 2026.
E você, como encara essa estratégia? Deixe sua opinião nos comentários e participe da discussão sobre as movimentações políticas que podem impactar as eleições de 2026.

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