Oposição: tratamento de Bolsonaro após queda “viola Estatuto do Idoso”

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O líder da oposição na Câmara, Cabo Gilberto Silva (PL-PB) afirmou nesta terça-feira (6/1) que vai acionar diferentes instâncias contra o atendimento dado ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) após ele ter caído durante a noite e batido a cabeça na cela da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

Bolsonaro recebeu atendimento da PF, que negou a necessidade de transferência para um hospital, ponto questionado pela família. O ministro do STF Alexandre de Moraes negou, porém, a saída do ex-presidente da prisão.

Para Cabo Gilberto, houve negado “atendimento médico adequado” ao titular do Planalto, o que ele diz violar o Estatuto do Idoso, já que Bolsonaro tem mais de 70 anos. O PL também citou a idade na ocasião e pediu a reconsideração do pedido de prisão domiciliar.

O deputado afirmou que vai acionar órgãos nacionais, como CNJ, PGR e OAB, bem como instituições internacionais, a exemplo da Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Segundo ele, não se trata apenas de perseguição política, mas de um uso instrumental do aparato estatal para aniquilar adversários, prática incompatível com o Estado Democrático de Direito. O julgamento de Bolsonaro no STF foi encerrado em novembro, com trânsito em julgado.

No plano de saúde, Bolsonaro sofreu uma nova queda enquanto dormia na noite anterior, conforme confirmação da ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que esteve na PF pela manhã para visitá-lo. A defesa pediu encaminhamento ao Hospital DF Star para exames, mas Moraes negou. Diante disso, os advogados entraram com pedidos de novos exames, como ressonância magnética.

Para concluir, a situação envolve questões institucionais, legais e de saúde, com desdobramentos sobre o tratamento a Bolsonaro e a atuação de autoridades. Comente abaixo sua visão sobre o tema e quais aspectos você acha que devem ser acompanhados nos próximos dias.

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