O Departamento de Defesa dos EUA está revisando a eficácia de mulheres em funções de combate terrestre. A avaliação é conduzida pelo Instituto de Análise de Defesa, uma organização sem fins lucrativos, com o objetivo de garantir que normas sejam cumpridas e manter o Exército entre os mais letais.
“Nossos padrões para os postos de armas de combate serão de elite, uniformes e neutros quanto ao sexo, porque o peso de uma mochila ou de uma pessoa não faz distinção entre homens e mulheres”, afirmou o porta-voz do Pentágono, Kingsley Wilson, destacando que a análise foca no desempenho e na prontidão, sem comprometer princípios de igualdade.
A avaliação foi anunciada na terça-feira (6) e está ligada a declarações anteriores de Pete Hegseth, que, antes de se tornar secretário de Defesa, manifestou oposição à presença de mulheres em funções de combate, ainda que não fosse contra as Forças Armadas como um todo.
A imprensa teve acesso a um memorando obtido pela NPR, no qual líderes do Exército e do Corpo de Fuzileiros Navais foram solicitados a fornecer dados sobre preparo, treinamento e desempenho. O Pentágono reiterou que não pretende ceder a quotas nem a uma agenda ideológica.
Em resumo, a revisão reforça a prioridade de manter o Exército dos EUA entre os mais letais, com padrões de alta exigência e foco no desempenho, independentemente do gênero. A discussão ocorre no contexto de debates sobre o papel das mulheres no combate.
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