Grupos de esquerda fazem ato em SP para relembrar 8/1

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Manifestação da esquerda na Paulista - Metrópoles

Organizações de esquerda convocaram um ato em São Paulo nesta quinta-feira (8/1) para relembrar os três anos do atos antidemocráticos na capital federal. Marcado para as 18h, o ato ocorrerá no Salão Nobre da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) e tem como bandeiras a defesa da democracia e o posicionamento contra a anistia dos condenados no 8/1. A manifestação foi convocada por grupos como a Frente Brasil Popular e o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), além do Partido dos Trabalhadores (PT).

“Neste 08 de janeiro, a democracia chama e a gente responde! É dia de lembrar, defender a democracia e dizer em alto e bom som: anistia não”, diz postagem do diretório estadual do PT nas redes sociais.


Atos do 8/1 em Brasília

  • Na capital federal, o PT convocou a militância a ir à Praça dos Três Poderes em um ato pela democracia.
  • Além da militância, o partido espera que figuras ligadas ao PT compareçam ao ato, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e parlamentares de esquerda.
  • O Supremo Tribunal Federal (STF) também organiza, para quinta, ato com objetivo de relembrar a data em que simpatizantes de Bolsonaro invadiram a Suprema Corte e depredaram o local, há três anos.
  • Os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), confirmaram que não participar&atual;o do ato convocado pelo Planalto.
  • Em dezembro, manifestantes se reuniram em diferentes cidades do país para protestar contra a atuação do Congresso, especialmente a aprovação do PL da Dosimetria — projeto que reduz as penas dos condenados por tentativa de golpe de Estado.

Já a convocação da Frente Brasil Popular fala em sinalizar que anistia ou redução de responsabilidades não serão aceitas. “O dia 8 de janeiro marca a memória de um ataque direto à democracia brasileira. Em 2023, assistimos a uma tentativa de golpe que buscou romper a ordem democrática, deslegitimar o resultado das eleições e instaurar o caos institucional no país. Não foi um episódio isolado, nem um “excesso”: foi um projeto político articulado contra a democracia”, diz a publicação. “Seguimos mobilizados, com unidade, memória e compromisso democrático”.

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