A manhã começou com a cantoria de uma letra de protesto: “Tire as construções da minha praia, não consigo respirar”. Em 2026, a música segue servindo como forma de posicionamento público de quem a defende. O tom é claro: o protesto não fica apenas no discurso, é uma performance que chama a atenção para a ocupação de espaços de lazer e para a preservação da praia de Ondina. Entre as situações, há exceções, como quem aceita tocar no camarote mais caro do Carnaval de Salvador, num espaço que literalmente constrói edificações à beira da praia.
BaianaSystem aparece na crônica com o espírito de quem prioriza a identidade regional, resumido pela expressão “pouca farinha, meu pirão primeiro”. A Globo não é boba: escolhe justamente o dia da coluna para anunciar as pipocas do Big Brother, abrindo espaço para discutir a relação entre cultura, entretenimento e mídia.
Segundo a coluna, Teu Simoni estaria na casa de vidro. O texto questiona o que houve com os ensaios de verão em Salvador, sugerindo que a fonte secou e que as bandas realizam no máximo dois shows na temporada.
A Melhor Segunda fez apresentações no domingo e na segunda, na Concha Acústica, evidenciando a dinâmica dos palcos locais. Ainda que alguns espaços enfrentem o desafio de lotação, a agenda mantém a possibilidade de público de até cinco mil lugares.
No conjunto, a cena musical da cidade continua entre protesto, entretenimento e programação cultural, mostrando que a autenticidade e a presença de plateias definem o ritmo da temporada. E você, qual é a sua leitura sobre o papel da música na vida cultural da cidade? Compartilhe nos comentários a sua opinião.

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